22 abril 2019

Egito Antigo: as mulheres faraós

As mulheres no Egito Antigo tinham alguns poucos direitos, como o de administrar seus bens, assumir os negócios do marido em caso de ficarem viúvas e até escolher com quem se casar, claro que com a aprovação dos pais. Entretanto, a sociedade egípcia era uma sociedade na qual os homens governavam.

Os egípcios acreditavam que havia um equilíbrio cósmico, que deveria ser mantido pelas dualidades de opostos, como o dia e a noite, caos e ordem, vida e morte, masculino e feminino, etc. Portanto, como o grande governante do mundo era um deus masculino, o falcão Hórus, os faraós eram a representação do próprio deus, eram sua encarnação. Dessa forma apenas homens podiam governar. 

Entretanto, mesmo com todas essas normas rígidas, algumas mulheres governaram o Egito, como regentes de filhos, sobrinhos ou enteados. É o caso da rainha Nitocris, filha do faraó Pepi II ou de Nefertiti, esposa de Amenófis IV.



Para saber mais das rainhas que foram regentes e governaram o Egito, veja o vídeo Egito Antigo - Mulheres Faraós

O termo feminino de faraó, em português, é farani. Mas ao que parece, de toda a longa história do Egito Antigo, as rainhas foram regentes e não faranis. Porém, os arqueólogos e egiptólogos chegam a conferir o título de farani a duas rainhas egípcias: Hatshepsut e Cleópatra.

Hatshepsut nasceu no final do século XVI a. C., por volta do ano 1542 a.C., não sabemos a data exata, pois o calendário usado pelos egípcios era diferente. Eles começavam a contagem no início de cada reinado, ou seja, toda vez que um novo faraó subia ao trono, começava a contagem, isso traz dificuldades de datação. Mas essa rainha pertencia a 18ª dinastia.Hatshepsut era a filha mais velha do faraó Tutmósis I e da rainha Amosis. Por ser mulher, não poderia governar. Por isso casou-se com um meio irmão, filho de uma das amantes de seu pai. O faraó Tutmósis I conquistou muitas novas áreas para o Egito, expandido seu território sobre a Núbia ao sul, até a 3ª cachoeira.

Com a morte de Tutmósis I, o próximo faraó, marido de Hatshepsut, seguiu as conquistas, pacificando as fronteiras egípcias. Hatshepsut e Tutmósis II tiveram apenas duas filhas Neferure e Neferubiti. Por isso, o sucessor do trono era um filho do faraó com uma de suas amantes. Com a saúde fraca, Tutmósis II morreu enquanto seu filho era ainda muito criança. Dessa forma, a rainha Hatshepsut assume o governo como regente de seu enteado-sobrinho. Não se sabe exatamente como, mas Hatshepsut conseguiu se impor não apenas como regente, mas como governante única, como farani. Vestia-se de homem nas cerimônias oficiais e mudou seu nome, adotando um nome masculino Maatkare Hatshepsut para apoiar sua posição no trono. 

Alguns historiadores egiptólogos levantam a hipótese de que a rainha teria dado terras, bens e ouro para os sacerdotes de Amon, para se fixar no governo. Amon, o deus carneiro, também representado pelo disco solar, era a entidade protetora de Tebas, que nesse momento era a capital do Egito. Era considerado o rei dos deuses, a força criadora da vida. Hatshepsut alegava ser filha de Amon, essa estratégia garantiu que ela governasse por toda sua vida.

O governo de Hatshepsut durou 22 anos e foi um período de paz e prosperidade. Seu governo é interligado ao governo de seu enteado-sobrinho, Tutmósis III, embora quem tenha governado de fato tenha sido a rainha, ela incentivou o rapaz a realizar campanhas militares e nessa época o Egito conquistou toda a Núbia, a península do Sinai e retomou caravanas comerciais com a Palestina, Mesopotâmia, Síria e com o reino de Punt (Somália atual). A rainha morreu com 84 anos. Tendo ordenado a construção de pequenos templos, obeliscos e seu complexo funerário, o hipogeu de Deir-el-Bahari.


A segunda faraní que o Egito teve, bem mais conhecida e famosa, foi Cleópatra VII, considerada a última rainha do Egito independente. Cleópatra nasceu no ano de 69 a. C. Quando seu pai, Ptolomeu XII, assumiu o trono como faraó, em 55a.C. a jovem Cleópatra que tinha 14 anos e governou ao lado de seu pai. 

Cleópatra VII tornou-se a governante egípcia mais célebre, tanto que ofuscou as demais rainhas que tiveram esse nome antes dela. Quase nada se preservou sobre sua infância e adolescência, mas pode-se afirmar que ela teve uma formação primorosa, adquirindo assim a cultura intelectual que lhe permitiria posteriormente dominar ilustres figuras que marcaram o contexto no qual ela viveu, garantindo desta forma a independência de seu país.

Não se sabe com certeza se ela era tão bela como dizem, ou se nela se destacavam mais os dotes intelectuais e a estratégia diplomática, como registra a História. Ao que parece, ela tinha uma inteligência aguçada e teria publicado obras sobre pesos e medidas, substâncias cosméticas e elementos de magia. 

Com a morte de Ptolomeu XII, o irmão de Cleópatra, que tinha apenas 11 anos seria o próximo faraó e deveria se casar com Cleópatra, que já tinha nesse momento 18 anos. Os tutores do jovem príncipe, Potino e Aquila, não aceitavam Cleópatra e a exilaram na Síria.

Nesse momento, os egípcios estão divididos, alguns apoiam a jovem princesa, por ser a filha do casal real. Outros apoiam o jovem faraó, que por ser homem e deveria ser o faraó. Para piorar a situação do reino, o jovem faraó acaba se envolvendo em uma briga com os romanos:  O general romano Pompeu, derrotado por Júlio César, fugiu para o Egito, buscando refúgio. Mas aconselhado por seus tutores, o faraó manda que matem Pompeu, cortando sua cabeça e a embalsamando. 

Ao chegar ao Egito, atrás de Pompeu, o general Julio César encontra um reino dividido - tanto Cleópatra quanto Ptolomeu querem o apoio de César. Enquanto o faraó Ptolomeu presenteou César com a cabeça de Pompeu - causando a ira do romano - a esperta Cleópatra seduziu Júlio César, conquistando seu apoio.



O faraó Ptolomeu morreu um ano depois, afogado no Rio Nilo, aparentemente em virtude de uma batalha na qual se defrontou com Júlio César, depois de vários embates entre egípcios e romanos, durante os quais a famosa Biblioteca de Alexandria foi destruída em um incêndio provocado pelas forças de Roma. Cleópatra, com o apoio de Roma, tornou-se a rainha. Porém, para satisfazer a tradição, ela aceitou casar-se com um outro meio-irmão, que tem apenas 6 anos de idade, que adota o título de Ptolomeu XIV. 

Cleópatra era amante de Júlio César e eles tiveram um filho, chamado  Ptolomeu César, ou Cesário como aparece em algumas fontes. Após o nascimento do filho, Cleópatra e Ptolomeu César partiram para Roma, onde foram recebidos com honrarias dignas de uma rainha, embora o povo de Roma tenha ficado insatisfeito com sua presença. A revolta popular cresceu e culminou com o assassinato de Júlio César. Com sua vida e a de seu filho correndo risco, Cleópatra voltou para o Egito. 

Pouco tempo depois, tendo governado por apenas 3 anos, o faraó Ptolomeu XIV morreu. Com a morte desse faraó, Cleópatra se afirma no trono, como farani, embora para agradar os costumes egípcios ela alegasse estar na regência de seu filho com Júlio Cesar, que ainda era um bebê.

O Senado de Roma, descontente com a ofensa de Júlio César em trazer uma rainha estrangeira como convidada para a cidade, enviou tropas para invadir o Egito. Sentindo-se ameaçada por Roma, Cleópatra seduziu Marco Antônio, um integrante do Triunvirato - nesse momento Roma tinha 3 cônsules governando junto com o Senado. 

Marco Antônio cedeu aos seus encantos e os dois permanecem juntos por um ano, até a rainha engravidar. Antes do nascimento, porém, ele foi obrigado a voltar para seu país, por causa de uma conspiração de Otávio, filho adotivo de Júlio César e outro triúnviro. Quatro anos depois ele voltou para o Egito, retomando seu relacionamento com Cleópatra, com quem teve outro filho. Cleópatra foi intitulada “Rainha dos Reis”, título legado a seus filhos.

A união de Marco Antônio e Cleópatra incomodou o Senado Romano, atrapalhando as pretensões políticas de Otávio, que declarou Marco como traidor de Roma. Em fins de 32 a.C. ele iniciou uma guerra contra o Egito, durante o qual Cleópatra e Marco Antônio se unem contra os romanos, mas não conseguem resistir às investidas do adversário. Eles tentaram furar o bloqueio romano, mas foram derrotados na batalha de Accio. 

A rainha dissimula a derrota e retorna para a Alexandria como se fosse a vencedora do conflito, enquanto Marco foge para a Ilha de Faros, envergonhado com o revés militar. Entre idas e vindas, os amantes se unem novamente e seguem seus planos como se os romanos não pudessem mais voltar para o Egito, mas o inimigo não deixou quieto.


Cleópatra tentou um acordo com Otávio, mas não funcionou pois ele tinha ambições de reinar sozinho sobre o Egito. Marco Antônio tentou reagir, mas seus soldados o abandonaram. Notícias correm, informando a rainha que Marco Antonio fora ferido em batalha, Cleópatra fugiu se trancando em seu sepulcro. Marco acredita nos boatos que disseminam a informação de que ela estaria morta, e se suicida - alguns relatos informam que ele teria realmente sido ferido em batalha. Ele foi conduzido até onde Cleópatra estava escondida e morreu ao seu lado. Logo depois Cleópatra, então com 39 anos, também morreu - dizem alguns que por meio do suicídio por uma picada de cobra venenosa. 

Cleópatra entrou para a História e se tornou uma grande mito, ela foi farani de fato, pois seu filho nunca chegou a assumir o trono, embora seja registrado como faraó sob o título de Ptolomeu XV.

BAKR, A. Abu. O Egito faraônico. In: MOKHTAR, Gamal (editor). História Geral da África - II: África Antiga. 2a ed, Brasília: UNESCO, 2010. 

CARDOSO, Ciro Flamarion. O Egito Antigo. 4ed, São Paulo: Brasiliense, 1985.
IKRAM, Salima. Ancient Egypt: Na Introduction. New York: Cambridge, 2009

IKRAM, Salima. Death and Burial in Ancient Egypt. New York: Oxford, 2003 

JACQ, Christian. O Egipto dos Grandes Faraós. Porto: ASA, 1999. 

JOHNSON, Paul. História Ilustrada do Egito Antigo. Rio de Janeiro: Ediouro. 2002. 

NOBLECOURT, Christiane Desroches. A mulher no tempo dos Faraós. São Paulo, Papirus. 1994. 

SELIOTTI, Alberto. Egito. Barcelona, Folio, S. A. 2006.

26 outubro 2018

Lanceiros Negros - Guerra dos Farrapos

Estive pesquisando sobre as rebeliões do período regencial e me deparei com uma informação ótima, a respeito da participação dos negros na Guerra dos Farrapos.


Tomei a liberdade de trazer aqui o texto do historiador Hemerson Ferreira. 
Seu texto está maravilhoso e explicado de maneira tão clara, que não há o que eu possa adicionar. 
Inseri as imagens

Lanceiros Negros

Cabeça de lanceiro negro, do pintor gaúcho Vasco Machado

Durante a chamada Guerra dos Farrapos no Rio Grande do Sul (1835-45), quando um homem livre era chamado a servir tanto nas forças rebeldes quanto nas imperiais, podia enviar em seu lugar (ou no lugar de um filho seu) um de seus trabalhadores escravizados. Em alguns casos, o alforriavam e alistavam. Também foi prática comum buscar atrair ou tomar cativos das tropas inimigas, trazendo-os para seu lado. O primeiro exército a utilizar negros escravizados como soldados foram os imperiais. Precisando também formar uma infantaria e sobretudo preferindo enviá-los como bucha-de-canhão, morrendo na frente em seu lugar, farrapos também os alistaram: eram os famosos Lanceiros Negros. Ambos, farrapos ou imperiais, prometiam também liberdade aqueles que desertassem das tropas rivais, mudando de lado.

A maioria dos cativos que combateu nesta guerra foi obrigada a fazê-lo diante das condições impostas. Por outro lado, apesar da guerra ser horrível e violenta, era até preferível a vida militar, com seus esporádicos combates, do que as agruras diárias da escravidão. A promessa de liberdade após o fim da luta certamente pode ter influenciado em muito o recrutamento daqueles homens. Uma promessa, aliás e como veremos, jamais cumprida.

Não havia igualdade nas tropas farroupilhas, muito menos democracia racial. Negros e brancos marchavam, comiam, dormiam, lutavam e morriam separadamente. Os oficiais dos combatentes negros eram brancos, e jamais um negro chegou a um posto significante, mesmo que intermediário, de comando. Aos Lanceiros Negros era vedado o uso de espadas e armas de fogo de grande porte. Não lutavam a cavalo, como costumam mostrar nos filmes e mini-séries de TV, mas sim a pé, pois havia o risco de se rebelar ou fugir. Sua arma principal era a grande lança de madeira que lhes deu nome e fama, algumas facas, facões, pequenas garruchas, os pés descalços, a bravura e o anseio pela liberdade prometida.

Lanceiro negro, do pintor Juan Manuel Blanes

Seria anacronismo se quiséssemos que líderes farroupilhas tivessem um comportamento ou posições políticas avançadas e assim diferentes das existentes em seu tempo, mas defesa da Abolição da escravidão era bem conhecida e nada alienígena na época. Uma Abolição começou a ser decretada em Portugal em 1767, proibindo que fossem enviados para o reino mais cativos vindos da África, e em 1773 foi decretada uma Lei do Ventre Livre naquele país. Na Dinamarca, isso se deu em 1792. Na França, em 1794 (ainda que Napoleão tenha tentado restabelecer a escravidão no Haiti em 1802). No México, uma primeira tentativa de Abolição foi feita em 1810, mas foi finalmente vitoriosa em 1829. Bolívar libertou cativos em 1816-7, durante suas lutas por independência, e finalmente aboliu a escravatura em 1821. A Inglaterra, que havia findado a escravidão pouco antes da Revolta dos Farrapos, pressionava o Brasil pelo fim do tráfico negreiro desde 1808. Willian Wilbeforce, um dos maiores abolicionistas da história, morreu em 1833, ou seja, dois anos antes da guerra no Sul do Brasil. Farrapos, portanto, conheciam, sim, e muito bem o abolicionismo.

Entretanto,os principais chefes farrapos, Bento Gonçalves, Canabarro, Gomes Jardim e até Netto, dentre outros, eram todos ferrenhos escravistas. Quando aprisionado e enviado para a Corte no Rio de Janeiro, Bento Gonçalves teve o direito de levar consigo um de seus cativos para lhe servir. Ao morrer, o mais conhecido líder farroupilha deixou terras, gado e quase cinqüenta trabalhadores escravizados de herança aos seus familiares. Bem diferente do que fizera Artigas no Uruguai anos antes, os farrapos jamais propuseram uma reforma agrária ou mesmo uma distribuição de terras entre seus soldados, mesmo os brancos pobres, que dirá os negros. A defesa da escravidão era tão clara entre os chefes farrapos a ponto deles jamais sequer terem mencionado o fim do tráfico negreiro.

Ao fim da guerra e já quase totalmente derrotados, os farrapos incluíram entre suas exigências para o Império o cumprimento da promessa de liberdade que haviam feitos aos Lanceiros (principalmente porque temiam que eles formassem uma guerrilha negra na província já que a quebra da promessa os faria se rebelar ou fugir para o Uruguai, destino comum de diversos cativos fugitivos na época). Queriam entregar-se ao Império, acabar a guerra, voltar à normalidade, mas tinham os Lanceiros e a promessa que lhes haviam feito, e o Império, escravista até a medula, não queria cumprir essa parte do acordo.

Que fazer então? A questão foi resolvida na madrugada de 14 de novembro de 1844, quando o general farrapo David Canabarro entregou seus Lanceiros desarmados ao inimigo, tudo previamente combinado com Caxias. E no serro de Porongos, hoje região de Pinheiro Machado (interior do Rio Grande do Sul), foi dizimada quase toda a infantaria negra, enterrando de vez a preocupação dos farrapos e acelerando assim a paz com o Império. A instrução de Caxias a um de seus comandados foi clara e objetiva: a batalha teria que ser conduzida de forma tal que poupar apenas e dentro do possível o sangue de brasileiros (e o negro era então tratado como africano, mesmo que já nascido no Brasil).

Lanceiro negro, do canal Negras Melodias, do facebook

Alguns historiadores apologistas ou folcloristas de CTGs consideraram aquela traição como Surpresa, já que pela primeira vez que o então vigilante Davi Canabarro teria sido surpreendido pelo inimigo. Conversa fiada! Enquanto dispôs suas tropas negras de tal maneira que ficassem desarmadas e descobertas, algo que até então nunca havia feito, Canabarro se encontrava bem longe e seguro do local, nos braços de Papagaia, alcunha de uma amante sua.

Após o combate, um relato oficial avisou a Caxias que pelo menos 80% dos corpos caídos no campo de Porongos eram de homens negros. Calcula-se que, nos últimos anos daquela conflito, os farrapos ao todo somavam uns cinco mil homens, sendo que algo em torno de mil eram Lanceiros Negros. Após o Massacre de Porongos, porém, restaram apenas uns 120 deles, feridos, alguns mutilados, e que foram primeiramente enviados para uma prisão no centro do país e depois dispersados para outras províncias, ainda mantidos como cativos.

Feito isso, deu-se a chamada rendição e paz do Poncho Verde, onde senhores escravistas dos dois lados trocaram abraços e promessas de lealdade e, logo depois, marcharam juntos e sob a mesma bandeira imperial contra o Uruguai, Argentina e Paraguai.

Bibliografia

FACHEL, José Plínio Guimarães. Revolução Farroupilha. Pelotas: EGUFPEL, 2002.

FERREIRA, Hemerson. Da Revolta à Semana Farroupilha: entre tradição e a história. http://prod.midiaindependente.org/…/bl…/2009/08/451359.shtml

FLORES, Moacyr & FLORES, Hilda Agnes. Rio Grande do Sul: aspectos da Revolução de 1893. Porto Alegre: Martins-Livreiro, 1993.

GOLIN, Tau. Bento Gonçalves, o herói ladrão. Santa Maria: LGR, 1983.

LEITMAN, Spencer. Raízes sócioeconómicas da Guerra dos Farrapos: um capítulo da história do Brasil no século XIX. Rio de Janeiro: Graal, 1979.

MAESTRI, Mário. "O negro escravizado e a Revolução Farroupilha". In: O escravo gaúcho: resistência e trabalho. Porto Alegre: UFRGS, 1993, pp76-82.

21 agosto 2017

Era Vargas - Canal História em Minutos

Olá

No ano de 2016, meus alunos e eu tivemos a ideia de fazer um canal no Youtube, para postar os vídeos realizados nas minhas aulas. Devido às inúmeras correrias da vida docente, o canal só conseguiu ir ao ar nesse ano.
Mas com todo carinho e dedicação, aos pouquinhos ele está ganhando corpo. Nele eu vou colocar os vídeos feitos por meus alunos, a respeito dos assuntos estudados e também vou postar os vídeos que edito especialmente para ajudar a estudar.

Nesse artigo, deixo os links dos vídeos sobre a Era Vargas.
Lembrando que esse período tão importante da nossa História merece documentários inteiros, sendo que foi feito até um longa metragem sobre os últimos anos da vida de Getúlio Vargas. 
Portanto não pretendo em vídeos curtos de 5 minutos esgotar todo o assunto. Abordo o mais importante, para ajudar no estudo.

Espero que gostem.
Bom estudo

Abraços da prof